segunda-feira, 14 de maio de 2012

Quatro municípios do Amazonas receberão hospitais flutuantes

Unidade flutuante de atendimento médico em Anamã/AM
Os municípios do interior do Amazonas prejudicados pela cheia e que têm suas unidades de saúde isoladas, receberão, nas próximas semanas, um modelo de unidade fluvial de atendimento médico do Governo do Estado.

O modelo, já em funcionamento no município de Anamã, deverá ser replicado em Caapiranga, Barreirinha, Anori e Careiro da Várzea. A medida visa atendimentos na área de saúde durante o período da cheia no Amazonas.

Hospital de Anamã reformado e embaixo da água
Recentemente reformado pela Secretaria de Estado de Saúde (Susam), o Hospital de Anamã está completamente alagado, assim como o restante da cidade. Cerca de 10 mil famílias foram prejudicadas pela cheia. Visando a solução do problema, a unidade fluvial de atendimento foi instalada logo em frente ao hospital.

“No (hospital flutuante) de Anamã, que é o modelo, temos vinte leitos, laboratório para realizar todos os exames, o serviço de telemedicina com eletrocardiografia mandando as imagens para Manaus, o ultrassom funcionando, a sala de parto e de internação”, afirmou o secretário estadual de Saúde, Wilson Alecrim.

A situação se repete em outros municípios. Em Anori, um dos quatro municípios que receberá a unidade fluvial, o nível do rio subiu tanto que metade da cidade está alagada. A água já está na porta do hospital do município e o acesso à unidade só é possível por meio de pontes de madeira improvisadas, o que põe em risco o atendimento à população.

Quem também sofre com a cheia são os agricultores da região. Pequeno produtor no município, Valdir de Souza, relata que está vivendo somente de pesca. “Perdi toda a minha lavoura. Agora estou só pescando. É um grande sacrifício, mas a gente vai levando a vida”, relatou o agricultor. FONTE: G1

Dilma assina MP que reajusta salário de servidores federais

A presidente Dilma Rousseff assinou medida provisória, publicada nesta segunda-feira (14) no "Diário Oficial da União", que prevê a criação de gratificações, mudanças em planos de cargos e reajuste nos salários de servidores públicos. As medidas beneficiarão quase 1 milhão de funcionários, segundo o governo.

De acordo com o Ministério do Planejamento, a medida tem um impacto financeiro de R$ 1,5 bilhão nas contas públicas, montante já previsto no Orçamento de 2012 aprovado no Congresso e sancionado pela presidente Dilma - clique para ver a medida provisória. A MP não trata, por exemplo, de aumento pleiteado pelos servidores do Judiciário e para o qual o Executivo afirma não ter recursos disponíveis.

A MP 568/2012 autoriza alguns benefícios de imediato. No caso dos professores de instituições federais, os reajustes serão retroativos ao mês de março. No caso das gratificações, o benefício será concedido a partir de 1º de julho de 2012. A medida entra em vigor já nesta segunda, mas ainda precisa ser votada no Congresso no prazo de 90 dias. Uma comissão de parlamentares será criada para analisar o texto.

Além dos professores, também serão beneficiados com reajustes servidores da administração direta e médicos. Funcionários de cerca de 20 órgãos também ganharão gratificações.

Segundo o Planejamento, a medida visa "assegurar o pagamento de acordos finalizados com os servidores federais no ano passado". O ministério diz que a MP beneficia 937.675 servidores entre ativos, aposentados e pensionistas.

Ainda conforme o Ministério do Planejamento, a MP substitui um projeto de lei eviado pelo Executivo ao Congresso em agosto do ano passado que trata sobre a reestruturação de cargos e tabelas remuneratórias. Os professores, por exemplo, receberão reajuste reatroativo ao mês de março porque, segundo o ministério, era o mês definido para a concessão do aumento.

Gratificações e adicionaisEntre os órgaos para os quais foi criado o instrumento da gratificação estão o Instituto Nacional de Metrorologia (Inmet), a Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira (Ceplac), Agência Brasileira de Inteligência (Abin), Comissão de Valores Imobiliários (CVM) e Departamento Nacional de Obras contra as Secas (Dnocs).

Outros órgãos, como a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), a Fundação Instituto de Pesqisa Econômica Aplicada (Ipea) e o Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro) terão mudanças nos cargos ou nas aposentadorias e pensões.

Também há previsão de reajuste nos adicionais de insalubridade e periculosidade dos servidores federais. FONTE: G1

Banda larga popular da Oi custa até 35

A Oi lançou em mais de 150 municipios uma oferta de banda larga popular, cobrando até 35 reais por mês. Até o momento, 17 estados fazem parte do projeto: Alagoas, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Minas Gerais, Pernambuco, Paraíba, Piauí, Paraná, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Sergipe e Tocantins.



Os objetivos são a melhoria do acesso à banda larga no país e o aumento da inclusão digital. Espera-se que até o final de 2014 quase cinco mil cidades sejam beneficiadas com a operadora.

O pacote oferece um mega de velocidade e custa 35 reais. Nos estados com isenção de ICMS o valor cai para 29,90 reais por mês. Nos dois casos, o cliente não paga pelo modem. Ele também tem a opção de escolher um provedor gratuito listado pela Oi ou pagar por um outro, caso prefira. FONTE: SUPERDOWNLOADS

São Paulo pode ter venda de celulares proibida

Há alguns dias, o Ministério Público de São Paulo entrou com uma ação contra as principais fabricantes de aparelhos celulares. A intenção é proibir que as empresas continuem vendendo seus produtos. O MP quer que as marcas parem de vender telefones até que deem início a ações efetivas de coleta de baterias que não mais usadas.

Movida pelo promotor Roberto Lisboa, a ação judicial visa cobrar companhias como a Nokia, LG, Sony Ericsson e Motorola. Para ele, o importante não é apenas ter postos de coleta, mas também fazer campanhas de conscientização sobre a importância de fazer o descarte correto deste tipo de material.

No Brasil, estima-se que existam cerca de 210 milhões de aparelhos, o que coloca o país entre os maiores mercados de consumo de celulares e, consequentemente, de produção de lixo eletrônico.

Para que a proibição aconteça, é preciso que a ação seja julgada antes. FONTE: SUPERDOWNLOADS