domingo, 12 de fevereiro de 2012

ALERTA: Médica explica sobre a 'doença do beijo', muito comum no carnaval

O carnaval está chegando e as ladeiras de Olinda vão ficar lotadas. Muita gente aproveita para paquerar e beijar na boca. Para os solteiros, a ocasião pode ser a oportunidade de encontrar o grande amor. O problema é que um simples beijo pode transmitir uma doença pouco conhecida, mas muito frequente chamada de mononucleose.

“Se transmite pela saliva em contato íntimo e o beijo é aliado da doença nesse sentido. Em alguns ambientes como aglomerados urbanos, a gente pode ter a transmissão por saliva através de um contato mais próximo”, afirmou a médica Verônica Cisneiros.

O vírus é da mesma família do herpes. A doença começa com dor de garganta, febre e gânglios inchados. “Depois do contato com o portador, ela vai aparecer após um mês e meio. Por isso, é difícil relacionar uma coisa a outra. Depois aparecem sintomas clássicos como dor no corpo, cansaço, que são comuns a várias doenças como gripes e doenças infecciosas”, acrescentou Cisneiros.

Em algumas pessoas, a enfermidade pode atacar o sistema nervoso ou comprometer o baço. Não existe um tratamento específico para a mononucleose. “A gente vai acompanhar a pessoa, usando remédio de febre, para dor, antiflamatório para ajudar a diminuir as amídalas, porque, às vezes, elas crescem muito. Se houver complicações, o médico vai estar acompanhando”, disse a especialista.

A médica alerta, ainda, que mesmo depois que os sintomas desaparecem, o vírus pode ser transmitido por até um ano e meio. “Se a pessoa tem a doença, tem esses sintomas clássicos, faringite, muitas ficam de cama porque se sentem cansadas. Mesmo depois de ficar boa, a pessoa ainda pode passar a doença. Ela confere uma imunidade duradoura, não vai ter várias vezes”, concluiu Verônica Cisneiros. fonte: G1

Cantora Whitney Houston morre aos 48 anos

A cantora e atriz norte-americana Whitney Houston morreu neste sábado (11), aos 48 anos, segundo informações da agência de notícias Associated Press. De acordo com a polícia local, Houston foi encontrada morta em seu quarto, no quarto andar de um hotel de Beverly Hills, onde neste domingo acontece a entrega do Grammy, principal premiação da indústria fonográfica dos EUA.

Não havia sinais aparentes de morte violenta, declarou um porta-voz da polícia a jornalistas diante do hotel. Segundo Kirsten Foster, assessor da estrela, a causa da morte permanece desconhecida. 

Whitney Houston chegou a ser considerada a "garota de ouro" da indústria fonográfica, entre as décadas de 80 e 90, período em que chegou a vender 55 milhões de discos, só nos Estados Unidos.

O sucesso a levou da música para o cinema, atuando em filmes como "O Guarda-Costas", com Kevin Costner, e "Falando de Amor".

Nessa mesma época, influenciou uma geração de cantoras como Christina Aguilera e Mariah Carey até que sua voz e imagem foram destruídas pelo uso de drogas e a vida pessoal tumultuada com seu último marido, o cantor Bobby Brown.

No final de sua carreira, Houston tornou-se célebre por abusar das drogas. As vendas de seus álbuns diminuíram, e sua imagem serena foi abalada por um comportamento violento e aparições públicas bizarras. Ela confessou ter abusado de maconha, cocaína e comprimidos, e sua voz foi ficando cada vez mais rouca, fazendo com que ela não conseguisse atingir as altas notas que a tornaram famosa.

"O grande mal sou eu. Não sou nem minha melhor amiga nem minha pior inimiga", disse a cantora em entrevista a Diane Sawyer em 2002.

Whitney era filha da cantora gospel Cissy Houston, prima da diva dos anos 60 Dionne Warwick e afilhada de Aretha Franklin. Ela começou a cantar em igrejas ainda criança. Adolescente, fazia backing vocals para Chaka Khan, Jermaine Jackson e outros, e era modelo. Foi nesse período que o magnata da música Clive Davis ouviu falar da cantora.

"A primeira vez que a vi foi em um show de sua mãe... O impacto foi muito grande. Ouvir aquela jovem colocando fogo nas músicas. Provocou, de verdade, arrepios na espinha" , disse Davis ao "Good Morning America".

Pouco tempo depois, os Estados Unidos sentiram esse "arrepio" também. Houston gravou seu primeiro álbum, "Whitney Houston", em 1985. Foram vendidas milhões de cópias e suas músicas se tornaram sucesso. "Saving All My Love for You" rendeu à cantora seu primeiro Grammy, de melhor vocalista pop. "How Will I Know," "You Give Good Love" e "The Greatest Love of All" também se tornaram singles.

Seu segundo trabalho, "Whitney", de 1987, também teve grandes sucessos como "Where Do Broken Hearts Go" e "I Wanna Dance With Somebody".

O "New York Times" descreve a voz da cantora como "uma das melhores vozes gospel de sua geração". "Whitney evitava os maneirismos típicos do gênero, e usava frases evangélicas com moderação. Em vez de projetar vulnerabilidade e compaixão, ela comunicava força e auto-confiança, fazendo baladas pop majestosas."

A cantora deixa uma filha, Bobbi Kristina, fruto de seu casamento com Bobby Brown. Eles ficaram juntos entre 1992 e 2007. fonte: ASSOCIATED PRESS