sábado, 12 de novembro de 2011

Sony está desenvolvendo um tipo diferente de TV, diz presidente

O presidente-executivo da Sony, Howard Stringer, disse na quinta-feira (10) que a gigante japonesa está desenvolvendo um modelo diferente de TV para revitalizar o mercado, informou o “Wall Street Journal”.

Stringer disse que os fabricantes de TV, impulsionados pelo desejo de ganhar consumidores, têm criado um mercado intensamente competitivo. Como resultado, conforme o jornal, eles estão batalhando para chegar a uma nova geração de aparelhos de TV.

Stringer não quis discutir os detalhes do que a Sony está planejando, mas disse que não há “nenhuma dúvida” que Steve Jobs, ex-presidente da Apple, também estava trabalhando para reinventar os aparelhos de TV tradicionais.

Na biografia do cofundador da Apple, Walter Isaacson, autor do livro, revela que Jobs gostaria de tornar os aparelhos de TV mais simples e elegantes. "Ele queria fazer pelas TVs o que tinha feito com os computadores, tocadores de música e celulares", contou Isaacson.

“Isso é o que todos nós estamos procurando”, disse Stringer. “Não podemos continuar vendendo aparelhos de TV [da forma como tem sido]. Cada televisor que todos nós fazemos, perdemos dinheiro".

No entanto, Stringer afirmou que a transição para um novo modelo de televisão “vai levar muito tempo”. Ele disse que não queria subestimar a capacidade da Apple de descobrir novidades, mas que isso é um processo complicado. “Vai levar muito tempo para a transição”. FONTE: G1

Silvio Berlusconi deixa o cargo de primeiro-ministro da Itália

O primeiro-ministro da Itália Silvio Berlusconi abandonou o cargo neste sábado (12) às 18h47 pelo horário de Brasília, após entregar a carta de renúncia ao presidente Giorgio Napolitano. A confirmação foi anunciada pela equipe do palácio presidencial do Quirinal.

O Parlamento italiano havia aprovado o pacote econômico de medidas de austeridade que abriu caminho para a saída do político italiano do governo e para a formação de um governo de emergência.

Berlusconi disse no início da semana que deixaria o cargo de premiê após ficar claro que não possuía mais o apoio da maioria. Em reunião hoje no Gabinete, reunido com os outros ministros do país, o premiê confirmou a decisão.

O primeiro-ministro da Itália Silvio Berlusconi abandonou o cargo neste sábado (12) às 18h47 pelo horário de Brasília, após entregar a carta de renúncia ao presidente Giorgio Napolitano. A confirmação foi anunciada pela equipe do palácio presidencial do Quirinal.

O Parlamento italiano havia aprovado o pacote econômico de medidas de austeridade que abriu caminho para a saída do político italiano do governo e para a formação de um governo de emergência.

Berlusconi disse no início da semana que deixaria o cargo de premiê após ficar claro que não possuía mais o apoio da maioria. Em reunião hoje no Gabinete, reunido com os outros ministros do país, o premiê confirmou a decisão.


A renúncia promete encerrar uma das eras mais escandalosas da história italiana pós-Segunda Guerra.

Com a lei aprovada pelo Parlamento, com medidas duras para economizar 59,8 bilhões de euros, o orçamento do país deverá ser equilibrado até 2014. O pacote busca reverter uma queda na confiança do mercado financeiro, algo que ameaçou causar uma crise ainda maior em toda a zona do euro.

Entre as medidas estão o aumento do Imposto sobre Valor Agregado (IVA), de 20% para 21%; o congelamento dos salários de servidores até 2014; a alta da idade mínima de aposentadoria para as trabalhadoras do setor privado, de 60 anos em 2014 para 65 em 2026; aperto nas medidas contra a evasão fiscal; e um imposto especial para o setor de energia.

Já esperava-se que o pacote fosse aprovado com facilidade, pois as medidas, que passaram pelo Senado com sucesso na véspera, não sofreram emendas na comissão de orçamento na própria Câmara dos Deputados.

A saída de Berlusconi pode causar uma série de reações durante o fim de semana. Elas devem se encerrar na noite de domingo (13) ou na segunda (14) pela manhã, com a formação de um novo governo.

Monti, que atualmente chefia a prestigiada Universidade Bocconi, em Milão, deve comandar um governo altamente tecnocrático para aprovar reformas em uma tentativa de evitar uma crise ainda mais perigosa. FONTE: G1