domingo, 2 de outubro de 2011

"ERRO FATAL": Após sexo, homem descobre que prostituta era travesti e acaba preso por briga

Bryan Oster (esq) e Misael Ruiz foram presos após brigarem.
O norte-americano Bryan Oster, de 36 anos, foi preso em Salinas, no estado da Califórnia (EUA), após entrar em confronto com um travesti que ele pensava ser uma prostituta, segundo reportagem da emissora de TV "KSBW".

O homem havia acertado um programa com Misael Ruiz, de 31 anos, achando que ele fosse uma garota.

De acordo com a polícia do Condado de Monterey, Bryan Oster estava fazendo compras na noite de terça-feira, quando encontrou o travesti.

A polícia disse que Oster ofereceu US$ 60 por um programa sexual, pensando que Ruiz fosse uma prostituta. De acordo com a investigação, Ruiz entrou no veículo de Oster e realizou o ato sexual combinado.

A polícia acredita que Ruiz tentou cobrar mais pelo ato. Quando Oster tentou recuperar seu dinheiro, os dois acabaram brigando. Foi durante o confronto que Oster descobriu que a suposta prostituta era na verdade um travesti.

Os dois acabaram presos e levados para a cadeia do condado de Monterey. Oster foi acusado de agressão, e Ruiz, de prostituição. Fonte: G1

Afeganistão tem primeiro festival de rock em 30 anos

O Sound Central Festival pode não ser o maior, mas ofereceu ao público algo que muitos afegãos nunca viram.

A operação de segurança foi ostensiva, a data e o local dos shows foram mantidos em segredo até o último minuto, para evitar o risco de ataques contra o festival.

O público se resumiu a apenas algumas centenas, bem animados. A maioria era de homens, com poucas mulheres participando.

As bandas eram mais variadas: do Afeganistão, Cazaquistão, Uzbequistão e Austrália.

Mas, ainda era um concerto com um jeito afegão, sem bebidas alcoólicas e com paradas nos shows para as orações.

Alguns fãs vieram de longe para o festival.

Ahmad Shah contou que não assiste a um show há muito tempo, pois há combates em sua cidade, Kandahar, no sul do país. E o Talebã ainda está por lá.

"Então vim para Cabul, assistir ao concerto", afirmou.

As restrições dos anos em que o Afeganistão foi governado pelo Talebã jamais teriam permitido o festival.

Os organizadores afirmam que este foi um pequeno passo para aumentar o interesse por música moderna no país. Fonte: BBC BRASIL

Rock in Rio 2013 terá mais regras e menos público

As experiências acumuladas nos sete dias de Rock in Rio renderam ensinamentos à organização do festival e ao poder público. Na entrevista coletiva de encerramento do festival, o prefeito Eduardo Paes tentou minimizar os transtornos de transporte público e segurança, mas reconheceu a necessidade de criar normas mais rígidas para eventos de grande porte na cidade.


O prefeito prometeu publicar um decreto nos próximos dias estabelecendo critérios para bloqueios de ruas, ordenamento do transporte e, até, o número mínimo de banheiros para cada evento. Preocupado também com os moradores do entorno, Paes declarou que vai limitar o número de shows no Parque Olímpico Cidade do Rock .

“Claro que a gente não pode transformar isto aqui em um transtorno permanente para os moradores da Barra da Tijuca. Vamos fazer um decreto esta semana, dizendo que teremos, no máximo, dois ou três eventos desse porte por ano aqui”.

O prefeito explica que, dentro de 30 ou 40 dias, o local será entregue aos cariocas totalmente reformado, com quadras poliesportivas e campo de futebol, o que Paes contabiliza como legado dos Jogos Olímpicos de 2016.

O prefeito aproveitou ainda para, junto com o empresário Roberto Medina, confirmar a realização de mais uma edição do Rock in Rio em setembro de 2013, no mesmo local. A principal mudança será na capacidade de público, que deve cair de 100 mil para 85 mil pessoas.

A organização também divulgou os números referentes à repercussão do festival na internet. Em todo o mundo, 150 milhões de pessoas foram impactadas pela marca durante a última semana. Nesse período, o site do Rock in Rio recebeu 11 milhões de visitantes e seu perfil no Twitter atingiu a marca de 4,5 milhões de seguidores. Fonte: VEJA ONLINE

Situação de civis é 'desesperadora' em cidade líbia, diz Cruz Vermelha

Os moradores de Sirte estão em uma situação desesperadora, após duas semanas de cerco imposto pelos combatentes do novo regime líbio à cidade costeira, reduto do ex-ditador Muammar Kadhafi, alertou a Cruz Vermelha neste domingo (2), após ter acesso à localidade..

As forças do Conselho Nacional de Transição (CNT) prosseguiam com a ofensiva para tentar assumir o controle da localidade, que fica 360 quilômetros ao leste de Trípoli, onde os leais a Kadhafi opõem uma violenta resistência.Os combatentes do CNT afirmaram neste domingo que assumiram o controle de um bairro da zona sudoeste de Sirte, onde moravam muitos parentes de Kadhafi, e de uma pequena base militar.

Hichem Khadhraui, representante do Comitê Internacional da Cruz Vermelha (CICV) que visitou a cidade de 70 mil habitantes, afirmou que os feridos e doentes não têm condições de chegar aos hospitais devido aos combates e aos bombardeios da Otan.

"Vários foguetes caíram sobre o hospital quando estávamos no local", declarou, antes de lamentar "disparos aleatórios" de foguetes, de canhões antitanque e metralhadoras.

O representante do CICV manifestou surpresa com os disparos durante sua visita, já que os dois lados foram avisados sobre a viagem

A Cruz Vermelha, que enviou 300 pacotes de primeiros socorros para os feridos e 150 sacos para cadáveres, afirmou que os moradores sitiados estão morrendo por falta de auxílios básicos como "oxigênio e combustível para gerador"; o hospital Ibn Sina não tem água potável desde que sua cisterna foi bombardeada.

O CNT contava com as consequências do cerco à cidade desde 15 de setembro para obter a rendição.

De acordo com Hassan Duhan, comandante do conselho militar em Misrata, as forças leais a Kadhafi em Sirte estão sem energia elétrica. Além disso, alimentos e munições estão perto do fim.

Na sexta-feira, o diretor do CNT, Mustafa Abdel Jalil, deu prazo de 48 horas aos civis para abandonar a cidade, sem informar se o prazo significava o início de uma grande ofensiva neste domingo contra Sirte, onde a Otan informou ter atacado nove alvos militares.

Centenas de habitantes fugiam da cidade neste domingo em carros lotados com destino Misrata.

Mas nem todos os moradores conseguiram deixar as áreas de combates.

Os militantes do CNT desistiram de combater no sábado depois que constataram a presença de escudos humanos em Bani Walid, outro reduto de Kadhafi, 170 km ao sudeste da capital.

Ao comentar a situação nas duas frentes de batalha, o porta-voz do antigo regime, Mussa Ibrahim, negou no sábado ter sido capturado, em uma entrevista ao canal Arrai, que tem sede na Síria.

Mais de um mês após a tomada de Trípoli, os moradores da capital desejam a saída dos combatentes armados que não param de chegar de todo o país.

O coronel Kadhafi está desaparecido desde a queda da capital, mas deu várias declarações conclamando seus seguidores a resistirem aos rebeldes.

No momento em que as armas líbias provocam inquietação também nos países ocidentais, 5.000 mísseis antiaéreos SAM-7 do arsenal do antigo regime desapareceram, revelou o CNT. Fonte: G1 e agências internacionais

Norte e Nordeste “somem” do mapa de transplantes por falta de médico e equipamento

O Brasil comemora o aumento no número de doadores e de transplantes de órgãos a cada ano. No último balanço divulgado na semana passada pelo Ministério da Saúde, pela primeira vez o país chega a 11,1 doadores por milhão. No ano passado, a conta fechou com 9,9.

Em linhas gerais, o índice representa 13% de crescimento no número de transplantes realizados no país neste semestre, passando dos 1.896 em 2010, para 2.144. Ainda segundo o Ministério da Saúde, o país deve atingir a marca de 23 mil transplantes neste ano, contra os 21.040 do ano anterior.


No entanto, essa realidade positiva não é a mesma nos Estados do Norte e Nordeste, cuja média de doadores e de transplantes é bastante inferior, segundo o relatório semestral da ABTO (Associação Brasileira de Transplante de Órgãos), referente aos transplantes realizados em 2011.

Nele, apenas dois Estados da região Norte - Acre e Pará - aparecem na lista, sendo que o primeiro surge com média de zero por milhão, número praticamente insignificante de transplantes.

O Pará, por sua vez, surge com uma média de 2,4 transplantes realizados por milhão de população, totalizando somente nove cirurgias no período.

Os outros cinco Estados da região – Amapá, Amazonas, Rondônia, Roraima e Tocantins – simplesmente não aparecem no relatório. Isto é, não possuem sequer um sistema capaz de captar órgãos e muito menos transplantá-los.

No Acre, foram realizados recentemente dois transplantes de rim de doador morto e outros dois de pacientes vivos, afirma Regiane Ferrari, coordenadora da Central Estadual de Transplantes do Acre. A pouca quantidade ocorre pela falta de um programa específico no Estado, a que a secretária afirma estar em fase de implantação.

- Não temos um grupo preparado ainda para captação. Mas a gente está em fase de implantação da OPO (Organização de Procura de Órgão), o instrumento para fortalecer a busca. Em 60 dias ele estará habilitado no Acre.

Sergipe, no Nordeste, tem exemplo semelhante. A média de zero transplante por milhão é consequência de graves problemas estruturais, como falta de equipamentos básicos e de pessoal capacitado, explica Benito Oliveira Fernandez, coordenador da central de transplantes de Sergipe.

- Foram realizados dois transplantes de múltiplos órgãos, três transplantes de rim e 99 transplantes de córnea em 2011. A dificuldade dos hospitais de conseguir fechar o protocolo de morte encefálica vem levando a essa deficiência.

Isso ocorre porque apenas o Hospital de Urgência de Sergipe possui os equipamentos necessários para detectar a morte cerebral – um eletroencefalograma e um doppler transcraniano – em todo o Estado.

A pouca estrutura obriga outros hospitais do Estado a terem de transferir o corpo de um paciente para esse hospital a fim de se fazer os exames. A maratona torna a possibilidade do transplante de pulmão e coração, por exemplo, praticamente inviável pela falta de agilidade no processo, conta.

- Apesar de o coração ter autonomia [continua batendo, mesmo num corpo morto], o próprio balançar do transporte pode acarretar uma parada cardíaca, impedindo a chance de o paciente ser um doador.

Fernandez afirma, no entanto, que a secretaria já está analisando a compra de mais equipamentos para o Estado.

Alagoas (1,3 pmp), Bahia (4,6 pmp), Maranhão (0pmp), Paraíba (2,7pmp), Pernambuco (7,5 pmp) e Piauí (2,6 pmp) são outros exemplos de Estados nordestinos que ficam bem abaixo da média nacional de doadores por milhão de população.

Saúde pública influencia na precariedade

A disparidade entre Estados se dá pela descentralização dos programas de transplante, que dependem da vontade política dos Estados para ser concluídos, explica Heder Borba, coordenador-geral do SNT (Sistema Nacional de Transplantes) do Ministério da Saúde.

- Há um acúmulo de profissionais capacitados em regiões mais desenvolvidas e uma dificuldade de fixação desses profissionais em regiões como o Acre e Tocantins.

Enquanto São Paulo possui um programa de captação de órgãos e de transplantes há mais de dez anos, Tocantins e Acre ainda estudam a implantação dos seus. Por isso, o grande objetivo do governo é levar esses programas a regiões mais remotas, afirma Borba.

- O maior desafio é conseguirmos que nesses locais de difícil acesso se desenvolva alguns transplantes. Mas não temos a pretensão de que todos os tipos sejam feitos em todos os Estados porque pode cair a qualidade.

Além da política, a capacitação de profissionais nessas regiões ainda precisa ser reforçada. Borba dá como exemplo o bem-sucedido programa do Rio Grande do Norte, que ultrapassou a média nacional, e agora fechou o semestre com 16,4 doadores por milhão, de acordo com a ABTO. A taxa de doadores praticamente triplicou no Estado em relação aos anos anteriores.

Mas é o Ceará que mais destoa da realidade nordestina. O Estado apresentou a maior média de transplantes por milhão de população da região (16,8), neste semestre. E na taxa de transplante de fígado atingiu 18,2 pmp, índice maior do que de São Paulo (16,5 pmp).

O sucesso nos dois Estados partiu de investimentos estaduais na capacitação de profissionais. No RN, por exemplo, hospitais receberam especialistas de outros Estados já treinados para trabalhar com a captação e transplantes.

Falta de capacitação e investimentos também

Os dois exemplos acima dão o tom: quanto maior o investimento em pessoal e equipamentos, maiores as chances de aumentarem as doações e os transplantes. Isso porque a pessoa capacitada para trabalhar no sistema sabe todo o trâmite necessário, desde conversar com a família, fazer o diagnóstico de morte cerebral até encaminhar o órgão para a pessoa certa, que o espera numa imensa fila.

E, no Brasil, ainda há poucas pessoas capazes de fazer tudo isso, explica Ben-Hur Ferraz Neto, presidente da ABTO.

Para suprir essa lacuna, a associação oferece cursos de capacitação até mesmo para quem não é da área médica, já que o intuito é que as pessoas tenham mais informações sobre como doar.

- Faltou investimento por muitos anos e não acontece [uma mudança] da noite para o dia. E até quem treinamos nos últimos anos fica sem trabalho por falta investimento dos Estados.

A imensa fila de pessoas que esperam um transplante é outro meio que deve ser mais bem administrado a fim de melhorar o sistema.

Filas precisam ser superadas 

De acordo com ministério, até o dia 30 de setembro, mais de 31 mil pessoas esperam por um transplante no Brasil. Apesar de ter havido uma queda de 12% em relação a dezembro de 2010 (36.256), a intenção é diminuir a fila e, em casos de órgãos mais fáceis de serem captados e transplantados, como rins, e tecidos, como a córnea, extingui-la, diz Borba.

- É como enxugar gelo. Você tira a pessoa da fila, mas continua a ter doentes do coração, dos rins, da visão. A meta é zerar a fila de córnea em 2015, mas a fila do rim e do coração é muito difícil de zerar porque o número de pacientes é sempre maior do que o de órgãos à disposição para doação.

Apesar de todas as dificuldades, o Brasil se destaca em número absoluto de transplantes como o terceiro país do mundo, perdendo somente para Espanha e Estados Unidos e tem o maior sistema público de transplantes do planeta.

Segundo Borba, "o governo brasileiro investe R$ 1,2 bilhão por ano e aqui o paciente não paga pela cirurgia, nem pelos medicamentos, como nos Estados Unidos". Fonte: R7

Bordados feitos com raios X vão te fazer rachar de rir

Ver um dos seus ossos quebrados em um raio X não é a coisa mais bonita do mundo. O artista Matthew Cox, no entanto, achou um jeito de fazer uma fratura ficar muito mais divertida.


O cara, que é da Filadélfia, nos Estados Unidos, usou bordados para deixar as radiografias muito mais coloridas e engraçadas. Fonte: R7

Menor homem do mundo continua na infância por causa de doença

O filipino Junrey Balawing, o menor homem do mundo, com apenas 60 cm de altura, vive preso à infância por causa de uma doença que interrompeu seu crescimento e o faz se comportar como um bebê.

Junrey, que completou 18 anos em junho, passa a maior parte do dia olhando a rua em sua humilde casa, onde mora com os pais e três irmãos mais novos, em uma região montanhosa do município de Sindangan, no sul das Filipinas.

Por chegar à maioridade, o livro Guinness declarou em 12 de junho que ele é o menor homem do planeta, com 59,9 cm. Apesar de ser considerado adulto, nada em seu comportamento o diferencia de um bebê, e assim o tratam as pessoas próximas.

A mãe do rapaz, Concepción Balawing, de 36 anos, não o deixa sozinho em nenhum momento, já que Junrey não consegue andar nem ficar em pé, e o carrega nos braços o tempo todo como se tivesse um ano, idade em que o filipino parou de crescer.

"Quando dei à luz, Junrey estava bem. Ele parou de se desenvolver como uma pessoa normal mais tarde. Quando tinha pouco mais de um ano o médico receitou alguns remédios para fortalecer os ossos, mas ele cresceu muito pouco", explica Concepción.

"Só voltamos a levá-lo ao médico aos 12 anos e o médico nos disse que ele não poderia andar e que não cresceria mais. E nos garantiu que não havia mais nada a fazer, apesar de termos ido a outro médico". Apesar de aparentemente só ser capaz de balbuciar algumas palavras e de repetir o que dizem seus pais, a mãe do rapaz afirma que "seu cérebro funciona bem".

Seu pai, Reynaldo Balawing, de 38 anos, considera que, apesar das aparências, seu filho é consciente do problema e ressalta que "se sente inferior as outras crianças porque muitas o ignoram quando ele as chama".

A situação de Junrey o impediu de ir à escola e ter amigos de sua idade, embora seus pais garantam que algumas crianças da vizinhança brincam com ele de vez em quando e o carregam no pequeno triciclo dado pelo prefeito da cidade.

Quando não está olhando a rua ou brincando com o triciclo, Junrey recorta papéis e pinta cadernos. Seus três irmãos, com idades entre nove e 13 anos, ajudam sua mãe a cuidá-lo e o chamam de "kuya", palavra da língua tagalo usada para mostrar respeito pelos irmãos mais velhos.

A concessão do recorde do mundo causou comoção nesta humilde família que vive da pequena renda do trabalho como ferreiro de Reynaldo, mas não tirou a família de Junrey da pobreza. Fonte: EFE