segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Twitter trava batalha judicial pelos direitos da palavra 'tweet', diz site

O Twitter trava uma batalha judicial contra uma empresa de publicidade pelo uso da palavra Tweet, referência em inglês ao tuíte, o micropost da rede social. As informações são do blog TechCrunch.

O site afirma que o microblog está processando a Twittad, para impedir que a empresa registre a expressão "Let Your Ad Meet Tweets", algo como Deixe seu anúncio encontrar tuítes, em tradução livre.

O Twitter alega que a Twittad explora injustamente a associação que o público entre a marca Tweet e a empresa Twitter. "Além disso, o uso ameaça bloquear o Twitter do legítimo uso de sua própria marca", diz a ação judicial à qual o TechCrunch teve acesso.

O microblog pede que o cancelamento do registro da frase da Twittad, mas o site da empresa ainda exibe o símbolo de marca registrada ao lado de "Let Your Ad Meet Tweets".

"Está no interesse dos nossos usuários e desenvolvedores que o significado da palavra Tweet seja preservado para prevenir confusões, por isso estamos tomando essa ação", disse o Twitter, procurado pelo TechCrunch.

Marca - No final de outubro de 2010, o Twitter divulgou suas políticas de uso de marca e de direitos autorais. Entre as regras, a empresa reforçou que proíbe de usar o nome “Twitter” ou a palavra “Tweet” em sites ou em programas de terceiros.

O microblog diz, ainda, que “Twitter” se refere à empresa e pede que os jornalistas utilizem “tweets”, em inglês, para se referir às mensagens publicadas no site. Fonte: G1

Gato 'verde' abre perspectivas para combate à aids felina e humana


Cientistas nos EUA criaram três gatos geneticamente modificados que nasceram e se desenvolveram saudáveis a partir de óvulos que receberam um vírus com um gene "estrangeiro" --ou seja, não produzido pelos animais.

A pesquisa vem da Mayo Clinic College of Medicine, de Rochester (Minnesota, nos EUA), e o feito é comemorado como sendo a primeira vez que um experimento deste porte teve sucesso com um animal carnívoro --há registro de casos bem-sucedidos com vacas e camundongos.

Os animais, já com um ano de idade, foram chamados de TgCat1, TgCat2 e TgCat3. Sob uma luz ultravioleta, eles se tornam verde por terem recebido uma proteína fluorescente dessa cor (GFP), que originalmente vem de uma água-viva.

Os gatos podem contrair o FIV, um vírus que afeta apenas os felinos, incluindo os animais de maior porte como os leões, e seus sintomas são semelhantes aos criados pelo HIV, que provoca a aids em humanos.

Os dois vírus, conhecidos como lentivírus (com processo de incubação longo), são diferentes e gatos não ficam doentes com o HIV e nem humanos com o FIV.


Estudos anteriores sugerem que a proteína TRIMcyp é o que mantêm sadios humanos e também os macacos, fazendo com que ambos não sejam infectados pelo vírus da "aids felina". Essa é justamente a proteína que falta aos gatos e por isso eles ficam doentes.
O virólogo Eric Poeschla, da Mayo Clinic, decidiu então experimentar dar a TRIMcyp aos felinos para que se tornassem imunes ao FIV.

Para isso, ele e sua equipe adotaram uma nova técnica: um vírus carregou tanto a TRIMcyp quanto a GLP a um óvulo que foi posteriormente injetado em uma fêmea para se desenvolver --a GLP entrou aqui para facilitar a visualização das células com novo material genético pelos cientistas.

O método teve uma taxa de êxito considerada promissora de 23% --entenda: crias que sobreviveram--, contra os 3% do procedimento tradicional, que transfere para o óvulo o núcleo de uma célula adulta que contém os novos genes --a ovelha Dolly foi gerada assim. Essa é, porém, somente uma parte boa da história.

Quando os pesquisadores tentaram injetar sangue infectado com FIV nos gatos gerados em laboratório, o vírus não se reproduziu.

Agora Poeschla quer testar, na próxima fase, se os gatos são resistentes ao FIV ou se são menos suscetíveis a desenvolver a aids felina depois de terem sido infectados.

O mesmo procedimento pode, no futuro, ser estudado para aplicação em seres humanos. Fonte: FOLHA.COM

Tubarão pré-histórico surpreende motoristas na Flórida

Maquete de um megalodonte, espécie extinta de tubarão que se
acredita ter habitado a Terra há milhões de anos
Um gigantesco tubarão pré-histórico, de vários metros de comprimento e em posição de ataque, pôde ser visto na última sexta-feira em uma das principais estradas da Flórida para desconcerto dos motoristas, que não acreditavam no que viam.


Tratava-se da maquete de um megalodonte, uma espécie extinta de tubarão que se acredita ter habitado o planeta há vários milhões de anos.

O Museu de Ciência e Descobrimento de Fort Lauderdale (Flórida) estava levando a maquete para suas instalações no alto de um enorme trailer sem tapá-la com nenhum tipo de capa, explicou à agência de notícias Efe um responsável da instituição.

O megalodonte --significa "dente grande"-- é considerado como um dos predadores mais poderosos que já existiram e os cientistas acreditam que podia superar com facilidade os 15 metros de comprimento.

O museu deve instalar a maquete como parte de uma exposição sobre a "Flórida Pré-histórica" em um novo centro que será inaugurado em novembro, com espaço duplicado, no qual também se poderá observar fósseis das maiores tartarugas que já existiram, com mais de quatro metros de comprimento.

"Os visitantes poderão ainda experimentar ventos com força de furacão, no olho de uma tempestade; escavar fósseis; observar um confronto entre um dente-de-sabre e um mamute imperial ou aprender como proteger os Everglades [região ao sul da Flórda]", explicaram os responsáveis do museu. Fonte: EFE

Novas tecnologias apagam o limite entre real e animação

Câmera grava expressões de Andy Serkis para animação de chimpanzé
em "Planeta dos Macacos: A Origem"
Ainda é possível distinguir entre um personagem de verdade e um animado em um filme --mas está ficando mais difícil.


Os chimpanzés, gorilas e orangotangos que protagonizam "Planeta dos Macacos: A Origem" são todos animações de computador. Mas parecem bem reais, até para um primatologista.

"É impressionante aonde chegou a tecnologia", disse Frans de Waal, professor de comportamento dos primatas da Universidade Emory, em Atlanta. "Eles são muito convincentes".

Produzir chimpanzés realistas animados por computador é um grande feito, segundo Chris Bregler, professor associado de ciência da computação na Universidade de Nova York.

"É mais fácil nos enganar quando você anima um dragão ou outra criatura mítica ou de conto de fadas", disse Bregler. "Mas com seres humanos ou com seus parentes mais próximos, os chimpanzés -aí é mais difícil. Nossos olhos humanos têm uma sintonia fina para detectar problemas com essas representações."

"Planeta dos Macacos: A Origem" utiliza uma tecnologia que analisa as expressões faciais dos atores que interpretam os macacos. "O sistema pode capturar todas as nuances de expressão, até o nível do pixel", disse Bregler. "E cada ruga --as rugas são especialmente importantes."

Essa "tecnologia de captura da atuação" se baseia em atuações reais de atores humanos. Mas em "Planeta dos Macacos: A Origem", os atores que interpretam os chimpanzés não usam perucas ou maquiagem pesada.

Andy Serkis, que interpreta o chimpanzé protagonista César, usa um capacete, com uma câmera de vídeo montada na frente do seu rosto, para registrar cada nuance da sua expressão.

Por exemplo, quando César precisa franzir a testa --e César a franze bastante conforme a trama se adensa--, a câmera apontada para o seu rosto registra o movimento da sua pele.

Um software analisa como os músculos humanos se movem, e em seguida traduz o movimento para o equivalente em um chimpanzé. "Por exemplo, a sobrancelha de um macaco se mexe de um jeito diferente da sobrancelha humana", disse Mark Sagar, supervisor de projetos especiais da Weta Digital Limited e ganhador de um Oscar por suas técnicas de captura do movimento facial.

O computador faz a maior parte da animação, mas artistas humanos ainda aplicam sua habilidade, ajustando a imagem se o nariz de Serkis não ficar tão achatado quando deveria para virar um nariz de chimpanzé, ou se a emoção pretendida na atuação não for transmitida.

Por mais plausível que seja a animação, a plateia não está assistindo uma representação real de um chimpanzé quando vê César, segundo De Waal. São necessários muitos ajustes digitais para humanizar os macacos.

"A cabeça e os ombros de um chimpanzé reais são mais volumosos que os de César", disse ele.

Mas De Waal fica contente pelo fato de o filme ter usado atores em vez de chimpanzés. Os animais, disse ele, "sofrem para dançar conforme a nossa música".

"Ficamos muito satisfeitos por haver um filme que foi capaz de contornar isso." Fonte: NEW YORK TIMES

Ensino brasileiro precisa de aula de inovação

Uma certeza vem se impondo entre cientistas, economistas e outros especialistas: a capacidade de inovar – de transformar ideias em produtos rentáveis – tornou-se um fator determinante no desenvolvimento econômico das nações. O Brasil ainda precisa dar um salto nesse campo. Em 2009, por exemplo, o país pediu o registro de apenas 464 patentes nos Estados Unidos, ao passo que a Coreia do Sul, no mesmo período, fez 23.950 requisições. "Nações que investem mais em pesquisa e desenvolvimento e que mantêm um setor produtivo mais inovador registram maiores e melhores indicadores econômicos e sociais", diz Luiz Ricardo Cavalcante, técnico de Planejamento e Pesquisa do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).

Segundo especialistas, várias motivos explicam a situação do Brasil – um deles é o baixo investimento de empresas nacionais em pesquisa e desenvolvimento. Mas é certo que parte do problema, de acordo com os mesmos estudiosos, se assenta sobre a educação. O ensino das ciências exatas no país está em descompasso com o mundo do século XXI e não estimula crianças e jovens à pesquisa e, portanto, à invenção. "O Brasil tem um dos menores índices de patentes per capita. Isso é preocupante", diz o brasileiro Paulo Blikstein, engenheiro e professor da Universidade de Stanford. "Somos grandes exportadores de commodities, mas isso não é suficiente. Se não investirmos em conhecimento científico e inovação, não teremos um crescimento sustentável." Não é coincidência, portanto, a relação entre quantidade nacional de patentes e desempenho em avaliações de ensino como o Pisa, patrocinado pela OCDE: os países mais inventivos são aqueles cujos alunos do ensino médio se saem melhor em provas de matemática e ciências

Há quase uma década, Blikstein vem descobrindo formas de ajudar não só o Brasil, mas o mundo, a ser mais inovador. Em seu centro de pesquisa no Vale do Silício, região da Califórnia que concentra empresas de alta tecnologia, o brasileiro se dedica a descobrir novas formas de ensinar ciência e matemática. "Se continuarmos formando crianças e jovens que odeiam as ciências exatas, como construiremos uma geração de inovadores?", questiona. "Os grandes cientistas se apaixonaram pela ciência e foram fundo no assunto. Precisamos despertar essa paixão."

O pesquisador não é voz dissonante. É consenso entre especialistas que os números, teoremas e equações estão cada vez mais distantes da vida dos estudantes – e os afasta do conhecimento científico. "O nosso sistema educacional não valoriza a criatividade. As escolas ainda estão preocupadas em formatar o aluno parar as provas. Com um método livresco, a ciência passa a ser inatingível, descolada da vida real", aponta Eduardo Valadares, professor do Departamento de Física da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e autor do livroFísica Mais Que Divertida, que propõe aplicações práticas para as temidas fórmulas que assustam milhões de estudantes.

É certo dizer que o Brasil avançou na última década em matéria de pesquisa e desenvolvimento. Entre 2001 e 2010, dobrou no país o número de mestres e doutores formados, passando de 26.000 para 53.000, de acordo com a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes). Mas esse salto ainda não se reflete em inovação. Atualmente, o Brasil é responsável por aproximadamente 2,5% dos artigos científicos que circulam em periódicos especializados. No entanto, o país só detém 0,1% das patentes do planeta. "O que conseguimos até agora é louvável, mas insuficiente. Só poderemos dar um salto quantitativo e qualitativo que se faz necessário universalizando o acesso à ciência e tornando-a atraente aos olhos dos jovens", resume Marcelo Viana, vice-presidente da Sociedade Brasileira de Matemática (SBM).

Para isso, especialistas defendem uma mudança radical nos currículos escolares. Os experimentos de Blikstein nos Estados Unidos dão boas pistas sobre qual caminho seguir. Um de seus projetos prevê tornar a inovação uma disciplina curricular. Com um laboratório com tecnologias de baixo custo, ele incentiva estudantes a serem protagonistas de grandes e pequenas transformações. "Há décadas as escolas começaram a introduzir no currículo disciplinas como química e física porque perceberam que era preciso formar mais pessoas nessas áreas. É o mesmo que temos que fazer hoje com a inovação científica", diz.

Recentemente, Blikstein recebeu da National Science Foundation um prêmio de 600.000 dólares para investir nos próximos cinco anos em um outro projeto, que consiste em trazer avanços recentes da tecnologia para a sala de aula. "Ciência não se faz mais só com tubos de ensaio. Atualmente, ela é feita com tubos de ensaio conectados a computadores, que rodam modelos matemáticos. O que eu faço é levar isso para a escola, levar ciência de ponta para o aluno", descreve Blikstein. O prêmio, concedido a jovens docentes, é o reconhecimento de que o incentivo à ciência desde os primeiros anos escolares se faz necessário. Algumas escolas já perceberam isso.

O Brasil tem muito trabalho a fazer. As empresas nacionais investem um quarto do que as americanas investem em pesquisa e desenvolvimento – um dos grandes propulsores da inovação. Outra triste comparação: em 2008, destinamos 0,53% do Produto Interno Bruto (PIB) para aquele fim, ante 2,2%, em média, das nações da União Europeia. Segundo os especialistas, para que essa taxa cresça é preciso mais investimento privado e público. Mas não só. Um ambiente econômico favorável, com taxas de juros mais baixas e um câmbio mais favorável também contribuiriam para um Brasil mais inovador, além de incentivos fiscais e linhas de crédito. "Durante muito tempo, as empresas brasileiras puderam prosperar sem ter que inovar. Com a integração do mundo, a partir da década de 1990, era preciso descobrir como fazer mais e melhor do que outras empresas no mundo", diz Carlos Henrique de Brito Cruz, diretor científico da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp). Mais do que nunca, aprender a inovar é preciso. Que a aula comece cedo. Fonte: VEJA ONLINE

Indígenas terão curso técnico em enfermagem no Alto Solimões, AM

O Governo do Amazonas – por meio da parceria entre a Secretaria de Estado para os Povos Indígenas (Seind) e o Centro de Educação Tecnológica do Amazonas (Cetam) – confirmou a abertura de processo seletivo para o curso Técnico em Enfermagem, destinado a indígenas que vivem nas aldeias do Alto Solimões.

De acordo com o edital, as inscrições começam no dia 26 deste mês e encerram-se em 7 de outubro. 

Para concorrer a uma vaga, o candidato terá de pagar apenas uma taxa de inscrição no valor de 20 reais e apresentar a ficha – que pode ser adquirida no próprio local – e, em seguida, entregá-la acompanhada do comprovante de pagamento e um documento de identidade com foto. 

O curso será oferecido para sete municípios daquela região, dividido em três pólos: Tabatinga, para comunidades aldeadas do próprio município e de Benjamin Constant e Atalaia do Norte; Santo Antônio do Içá, com os que também vivem em Amaturá e Tonantins; e São Paulo de Olivença. São 40 vagas por pólo. 

Mais de 70 mil indígenas ocupam essas áreas e boa parte deles vai ter a oportunidade de participar do processo seletivo. "O oferecimento desse curso é uma reivindicação das próprias lideranças dessas comunidades, direcionada à Seind e que agora é atendida pelo governo", explica o servidor do Departamento de Promoção dos Direitos Indígenas (Depi), da Seind, Rafael Costodio Tikuna. "À Seind caberá a articulação com parceiros locais visando ao apoio para realização do curso nos pólos de Santo Antônio do Içá e São Paulo de Olivença, bem como para a disponibilização dos materiais para as aulas práticas", acrescentou a chefe do Depi, Rose Meire Barbosa. 

Locais de inscrição - Em São Paulo de Olivença (a 988 quilômetros de Manaus), as inscrições poderão ser feitas na Secretaria Municipal de Educação e Cultura, localizada na rua Monsenhor Evangelista, s/n, bairro Bonfim.

Em Tabatinga, os candidatos deverão se dirigir ao Centro de Treinamento Alto Solimões, na avenida Pernambuco, s/n, Vila Militar. Já em Santo Antônio do Içá, as inscrições vão ocorrer na Escola Estadual Santo Antônio, na rua Monsenhor Tomaz, 76, Centro.

Isenção - Caso não possa efetuar o pagamento, o indígena poderá entregar pessoalmente o requerimento de isenção (em duas vias) no próximo dia 19, das 9h às 12h, devidamente digitado e assinado. O documento precisa estar acompanhado do CPF e dos seguintes comprovantes: cópia autenticada do contracheque atual ou documento similar, no caso de empregados que recebam até três salários mínimos; declaração original de renda expedida por contador devidamente registrado no respectivo órgão de classe, para trabalhadores ambulantes, prestadores de serviço e os que exerçam qualquer tipo de atividade autônoma; e cópia autenticada da carteira de trabalho, identificação e contrato de trabalho, para os que estão desempregados. 

Etapa única - O exame será realizado em uma única etapa e constará de uma prova objetiva constituída de Língua Portuguesa, Matemática, Biologia e Química, com dez questões cada uma. A prova ocorre no dia 6 de novembro na escola estadual Monsenhor Evangelista de Sefalonia, na Estrada do Ajaratuba, 388, Campinas. 

Estágio supervisionado - Os candidatos aprovados só poderão efetuar a matrícula no curso no ano de 2011. Além da disponibilidade do horário diurno para o cumprimento das aulas teóricas, deverão participar das aulas práticas e do estágio supervisionado, que são componentes curriculares obrigatórios. 

Início foi em Autazes - A primeira turma de técnicos em enfermagem composta exclusivamente por indígenas no Amazonas foi formada em Autazes, entre 2009 e 2010. O curso de nível técnico também foi promovido pelo Cetam (com apoio da Seind) e capacitou 28 indígenas durante um ano e oito meses, para trabalhar na área de saúde. Fonte: AMAZONAS NOTÍCIAS