quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Galinha incapaz de ter penas sofre bullying das companheiras em fazenda na China

Uma galinha de apenas cinco meses de vida sofre bullying das colegas de galinheiro por não ter penas em seu corpo. Entretanto, ela virou praticamente uma celebridade na cidade de Laoshan, em Shandong (China). Gata borralheira em casa, princesa na rua.
Seu dono, o chinês Lao Yin, comanda um restaurante, onde a galinácea é ovacionada pelos visitantes. "Alguns clientes vem só para visitá-la e tirar fotos com ela. Já me ofereceram bastante dinheiro para comprar a galinha, mas eu recusei todas as propostas". Por não ter penas, a galinha pesa menos que as outras e fica em desvantagem. Enquanto ela tem menos de menos de meio quilo, as outras pesam entre dois e três quilos. "Comecei a perceber que ela era diferente cerca de 10 dias depois que saiu do ovo. Enquanto os outros pintinhos tinham penugem, ela continuava quase nua", disse ao site "Orange.co.uk". FONTE: UOL

Governo começa a oferecer banda larga popular por R$ 35 em município de Goiás

Os moradores do município goiano de Santo Antônio do Descoberto já podem contratar internet com velocidade de acesso de 1 megabit por segundo (Mbps) a R$ 35 por mês.
Essa é a primeira cidade atendida pelo Plano Nacional de Banda Larga. A implantação do PNBL ocorrerá de forma gradativa até 2014, quando 100% dos municípios terão acesso ao serviço. Santo Antônio do Descoberto fica na Região do Entorno de Brasília, a cerca de 50 km da capital, e tem 61,7 mil habitantes. O serviço será oferecido pela Sadnet, uma prestadora de serviços de telecomunicações da cidade. Segundo o gerente de marketing da empresa, Evandro Sá de Menezes, há uma grande expectativa e, até, uma cobrança da população por internet popular na cidade, já que o contrato entre a Sadnet e a Telebras foi firmado no início de junho. - Essa demora foi até necessária, porque a Telebras fez todos os testes e foi bom para ter uma estabilidade maior na rede. Ele diz garantir que a empresa tem condições de atender integralmente a demanda da população local. Para ter acesso ao serviço, será preciso contratar com a empresa o modem de acesso à internet e a instalação do equipamento, ao preço de R$ 299. Na semana passada, o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, disse que iria negociar com a empresa a redução do custo do modem, mas, segundo Menezes, ainda não houve um contato do ministério para tratar do assunto. De acordo com o gerente, é possível reduzir o valor do aparelho para, no máximo, R$ 199, se o governo oferecer redução na carga tributária que, segundo o gerente, representa 60% do preço do aparelho de conexão à rede. Outra opção em estudo é oferecer o modem aos usuários em regime de comodato, ou seja, o cliente só fica com o aparelho enquanto tiver contrato com a empresa. Mas, segundo Menezes, a empresa teria que contar com uma linha de financiamento para comprar os aparelhos. A partir de setembro, a empresa de telefonia móvel TIM também vai oferecer internet com velocidade de 1 Mbps a R$ 35 por mês, com os incentivos do PNBL. As primeiras localidades atendidas pela operadora serão Samambaia e Recanto das Emas, no Distrito Federal, e Águas Lindas e Santo Antônio do Descoberto, em Goiás. O PNBL é um acordo entre o governo federal, operadoras de telefonia e provedores para oferecer o serviço de banda larga a preços mais baixos. O governo entra com a infraestrutura de rede, usando conexões já instaladas por empresas estatais, como a Telebrás. Enquanto isso, provedores e operadoras de internet se encarregam de oferecer o serviço final para os consumidores. FONTE: AGÊNCIA BRASIL

Apresentadora fica invisível em programa de TV

Você já ouviu falar de Chroma Key? Não? Bom, sabe aqueles fundos verdes usados nos cinemas e na televisão para criar algum efeito? É exatamente isso que é o tal Chroma Key!
Acontece que, por ser verde, o Chroma Key impede que quem estiver à sua frente use roupas da mesma cor. Se usar verde diante de um Chroma Key verde, a pessoa some. A âncora do programa americano Good Morning America se esqueceu deste detalhezinho insignificante e, por conta disso, pagou o maior mico em rede nacional. Como a roupa de Lara se misturou ao fundo verde, seu corpo pareceu desaparecer e apenas sua cabeça era visível. Lara foi sacaneada por dois outros âncoras de telejornal, que fizeram piada sobre o fato de tudo ser ao vivo. FONTE: R7

Battisti ganha documento para iniciar 'vida normal'

Cesare Battisti, ex-ativista italiano, já pode andar sem receio pelas ruas do Brasil. Desde a semana passada ele está de posse da cédula provisória de estrangeiro, emitida pelo Ministério da Justiça, documento que lhe dá a garantia de que não será barrado, nem preso, como cidadão clandestino.
"Cesare Battisti pode agora levar uma vida absolutamente normal, sem nenhum risco", declarou o advogado Luiz Eduardo Greenhalgh, artífice do processo que culminou com a decisão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva em não permitir sua extradição para a Itália, onde a Justiça o condenou por quatro assassinatos nos anos 70, quando integrava o grupo Proletários Armados pelo Comunismo. Na segunda-feira, 15 de agosto, Battisti foi à Polícia Federal, superintendência de São Paulo. Eram 17 horas. Pegou senha e fila. A delegada Bruna Menck, do setor de estrangeiros, o recebeu. Suas impressões digitais foram colhidas. Fotos do ex-ativista. Procedimento de rotina. "Já posso abrir conta no banco e tirar o CPF", disse Battisti a seu advogado, quando deixaram a PF. O aval que leva consigo será substituído em alguns meses por outro, definitivo - o Registro Nacional de Estrangeiro. No outro dia, terça, Battisti reuniu-se com o editor da Martins Fontes no escritório de Greenhalgh, no centro de São Paulo. Escrever é a meta do italiano, que já tem livros publicados na Itália e no Brasil. Seu projeto particular é viver da literatura. Ao Pé do Muro é seu mais recente trabalho - narra sua vida na prisão. O ex-militante evita manifestações sobre o passado e não fala dos processos penais que lhe atribuem ações armadas e rajadas de tiros, como militante da esquerda nos anos 70. FONTE: AGÊNCIA ESTADO

Professora argentina apela por ‘morte digna’ da filha de dois anos

Uma professora argentina fez um apelo para que sua filha de 2 anos de idade, em estado vegetativo desde que nasceu, possa ter uma "morte digna".
Selva Herbón, 37 anos, afirma que sua filha Camila, de dois anos e três meses, está em um estado vegetativo permanente desde que nasceu. Durante o parto, Camila ficou um período sem receber oxigênio, o que pode ter provocado danos cerebrais. A professora enviou uma carta na semana passada aos deputados do país pedindo a aprovação de projeto de lei que permita "a morte digna" de Camila. Herbón escreveu que a situação da menina é “irrecuperável e irreversível”, mas que existe um “vazio legal” na legislação atual que impede a retirada dos aparelhos que a mantém viva. Na carta, a mãe diz ainda que especialistas de quatro lugares deram parecer favorável a “limitar o esforço terapêutico e retirar o suporte vital” da criança. Ela diz, porém, que nenhum médico quer se arriscar a desligar os aparelhos, já que o fato, com as leis atuais, seria definido como “homicídio”. Selva e seu marido, Carlos, são pais também de uma menina de 8 anos, saudável. “Na minha condição de mãe, eu lhes suplico, a partir do meu caso e de muitos outros, que seja aberto o debate (no Parlamento)”, afirmou na carta. Sem visitas - Em entrevista à BBC Brasil, a professora disse ter certeza de que a “morte digna” é o melhor para Camila. “Na minha concepção de mãe, ela não tem vida digna. Camila não vê, não escuta, não chora, não sorri. Eu e meu marido não queremos que ela tenha uma vida mantida de modo artificial”, disse. A professora contou que o marido e a filha já não visitam a menina, internada no hospital Centro Gallego, da capital argentina, porque não suportam ver “a criança crescer, mas sem sentir nada”. “Conversei com um especialista da Universidade Católica Argentina (UCA) que me disse que é possível desligar, legalmente, os aparelhos desde que se comprove que ela tem morte cerebral. Vamos tentar conseguir um médico que confirme este fato”, disse. Questionada se o desligamento dos respiradores artificiais significaria eutanásia, ela respondeu: “Eutanásia quer dizer ‘boa morte’”. Selva afirma que recebeu, nesta quarta, um diploma por um curso virtual de bioética que estudou durante quatro meses. “Eu quis estudar para entender melhor o que estou defendendo para minha filha”, disse. Segundo ela, outros pais “podem preferir ter um filho nestas condições, para poder acariciá-lo todos os dias”. “Mas não é o que entendo como vida para minha filha”, afirmou. Especialistas - O apelo de Selva Herbón foi destaque nos jornais Clarin e La Nación, os principais da Argentina, e gerou entre especialistas manifestações pró e contra o pedido da mãe. “Uma pessoa em estado vegetativo persistente pode permanecer assim entre oito e dez anos. Mas a maior quantidade de informação disponível hoje é em relação aos adultos. Por isso, se busca o consenso (sobre a morte digna) em cada caso”, disse o presidente da Associação Cérebro Vascular Argentina, Conrado Estol. A coordenadora do Comitê de Bioética do Incucai (Instituto Nacional Central Único de Doações e Transplantes), Beatriz Firmenich, disse que a menina “já não deveria estar viva”. Mas o diretor do Departamento de Bioética da Universidade Austral, Carlos Pineda, é contra o desligamento dos aparelhos. “É um ser humano que merece ser respeitado. Mas sua família não a considera um ser humano, e por isso pede que ela seja morta”, disse Pineda. O deputado Miguel Bonasso, do partido Diálogo por Buenos Aires, disse que o debate deve ser aberto, e por isso recentemente apresentou um projeto de lei no Congresso que possibilita “a autonomia dos pacientes e o respeito à sua vontade”. Seus assessores disseram, porém, que o texto foi pensado para adultos, e não para crianças, e por isso o debate é a melhor saída. De acordo com a imprensa local, outros oito projetos semelhantes estão no Congresso. Para o assessor de Bioética da Secretaria de Direitos Humanos do governo federal, Juan Carlos Tealdi, o estado da menina é “irreversível” mas, na sua opinião, os médicos “têm medo de ser processados” pela Justiça. Na Argentina, duas províncias, Neuquén e Rio Negro, sancionaram recentemente leis que legalizam a “morte digna”. FONTE: BBC BRASIL

Cartunista brasileiro astro da primavera árabe 'esboça' Líbia do futuro

Desde janeiro, os desenhos na prancheta do carioca Carlos Latuff acompanham os avanços da primavera árabe. Depois do sucesso de suas charges no Egito, adotadas nos protestos nas ruas, o cartunista vem atendendo aos pedidos vindos da Líbia, com desenhos que antecipam a queda de Khadafi e imaginam o futuro do país após a mudança.
O envolvimento de Latuff com o conflito na Líbia começou a partir da demanda dos próprios manifestantes, que o procuraram através da internet assim como os organizadores dos protestos em outros países imersos na chamada primavera árabe. "Faço desenhos a pedido dos manifestantes e coloco na internet", resume Latuff, que tem 42 anos. "É um trabalho autoral, mas não se trata da minha opinião. É preciso que seja útil para os manifestantes, e que eles possam usar aquilo como uma ferramenta." Latuff disponibiliza as imagens em seu perfil no twitpic (http://twitpic.com/photos/CarlosLatuff), onde as charges podem ser baixadas e reproduzidas ao bel-prazer dos manifestantes. "A partir do momento em que coloco na internet, as charges deixam de ser minhas. Faço esse trabalho para que seja compartilhado. O importante é a mensagem", diz. Nesta semana, o cartunista fez charges que mostram Khadafi erguendo uma bandeira branca e o Tio Sam, símbolo dos EUA, chegando para cobrar a conta dos rebeldes líbios. Dando a derrocada do líder líbio como certa, Latuff já se prepara para uma nova leva de charges, enfocando problemas que poderão aparecer no país depois, com a transição para um novo governo. "Na minha opinião, o processo se encerrou, o Khadafi já caiu, não tem mais volta. Mas em breve haverá um novo governo e isso pode gerar novos problemas. Vamos ver o que vem por aí", afirma ele, crítico da intervenção das forças da Otan, dos Estados Unidos e da União Europeia. Protesto à distância - O cartunista descobriu que poderia "participar" dos protestos árabes à distância em janeiro. Depois de fazer algumas charges para manifestantes na Tunísia, foi procurado por organizadores do primeiro grande protesto que aconteceria no Cairo, na Praça Tahrir, em 25 de janeiro. Ao ver fotos dos manifestantes erguendo cartazes com suas charges, Latuff percebeu o potencial de seu trabalho – e a eficácia da estratégia de produzir e disponibilizar charges para manifestantes rapidamente, atendendo aos pedidos que chegam pelo Twitter e liberando-as para uso gratuitamente. Após o sucesso no Egito, chegaram encomendas da Argélia, Líbia, Bahrein, Iêmen, Síria. Mas a maior repercussão de seu trabalho foi mesmo no Egito, onde os manifestantes exibiram seus desenhos diariamente, do primeiro protesto até a derrocada de Hosni Mubarak. Como resultado, Latuff, acabou virando uma espécie de herói no país. "O feedback que tenho de lá é incomparável. Sou mais conhecido no Egito do que aqui. Ninguém é profeta na própria terra", diz ele, que nunca pisou no país norte-africano. Em junho, Latuff voltou a ser procurado por egípcios que queriam denunciar abusos cometidos pelo governo provisório, liderado por um conselho militar das Forças Armadas. "Depois de derrubar tiranos, a primavera árabe passa por uma fase menos espetacular, de transição, e sai dos holofotes. Mas a situação é muito grave e é preciso continuar acompanhando", diz. A última charge de Latuff feita a pedido de manifestantes egípcios, nesta semana, fez sucesso estrondoso na internet e na imprensa mundial. O cartunista transformou em Homem-Aranha o egípcio Ahmed al-Shahat, que no último sábado escalou os 13 andares do prédio da Embaixada de Israel no Cairo para substituir a bandeira israelense por uma egípcia, queimando a primeira. Dois dias depois de ter sido postado na internet, o desenho já virou camiseta no Cairo. Al-Shahat participava de protesto pela morte de cinco militares egípcios em um conflito entre israelenses e palestinos na fronteira com o Egito, semana passada. Seguidores - No Twitter, Latuff calcula ter mais seguidores árabes do que brasileiros. Os amigos que faz na internet o ajudam a traduzir os recados de suas charges para o árabe. Latuff se mobiliza por outras causas. É militante da causa palestina, tema de muitas de suas charges, e vive atento para conflitos em outras partes do mundo – neste mês, fez trabalhos sobre os protestos em Londres e sobre a fome na Somália, por exemplo. Problemas brasileiros como a violência policial e conflitos no campo também são temas de suas obras. Paralelamente ao trabalho de militância na internet, como define sua ocupação, Latuff ganha a vida desde os 22 anos fazendo charges para publicações de sindicatos de esquerda, como associações de professores, de servidores públicos e da Justiça Federal. Nos países árabes, ele sabe que parte importante de seu trabalho se deve justamente ao fato de estar afastado e poder dar voz a anseios que a própria população não pode verbalizar. Latuff diz ter ficado emocionado ao ver os egípcios empunhando a primeira charge que fez para os protestos na Praça Tahrir, que mostra Mubarak levando uma sapatada. "É um grito que está na garganta do egípcio, que passou 30 anos sem poder se expressar assim. Os artistas de lá também não podiam dizer isso, mas as pessoas se sentiram à vontade para levantar a mensagem. Isso não tem preço", diz. O cartunista acredita que seus pontos de vista tenham apelo pelo fato de ter se sensibilizado pela causa mesmo estando distante. "As pessoas hoje perderam o senso de solidariedade. Quando alguém apoia uma causa que não é dela, muitos logo desconfiam. O meu princípio é o do internacionalismo, como defendia o Che Guevara. Acredito na solidariedade entre os povos." FONTE: BBC BRASIL

China censura hits de Lady Gaga, Katy Perry e Take That

O Ministério da Cultura da China publicou, pela terceira vez neste ano, uma lista de 100 músicas proibidas para os internautas do país, restringindo nomes do pop internacional como Lady Gaga, Katy Perry, Britney Spears, Backstreet Boys e Take That.
As músicas devem ser retiradas da internet chinesa até 15 de setembro. Entre elas, a lista bane "Judas", de Lady Gaga, "Last Friday Night", de Katy Perry, "I Want It That Way", dos Backstreet Boys, e "Burning Up", de Britney Spears, além de hits chineses e de Taiwan. Segundo um comunicado do Ministério em seu site oficial, as músicas não cumprem o regulamento necessário e "prejudicam a segurança cultural do país", eufemismos com os quais as autoridades chinesas costumam censurar obras cujo conteúdo é considerado erótico demais ou de "mau gosto". Em janeiro, as autoridades de Cultura da China já haviam publicado uma lista similar, que naquela ocasião vetou oito obras de Christina Aguilera, quatro de Kylie Minogue, cinco de Eminem e três de Bruno Mars, entre outros artistas. Em março, uma nova lista proibia na rede "Hold My Hand" de Michael Jackson e três músicas de Avril Lavigne (que já fez show na China). A China é o país com mais internautas do mundo, com quase 500 milhões, mas também é um dos que exerce maior controle sobre os conteúdos na rede. Muitas vezes, no entanto, esta censura tem poucos efeitos práticos, e as músicas proibidas continuam sendo ouvidas nas rádios do país ou são baixadas com facilidade em sites nacionais ou estrangeiros. FONTE: EFE

Procuradoria diz que vai recorrer de decisão que libera supersalários

O procurador Renato Brill, da Procuradoria Regional da República da 1ª região, afirmou que irá recorrer da decisão que liberou o pagamento de comissões e gratificações além do teto salarial de R$ 26,7 mil a funcionários do Senado.
Ele classificou de "risíveis" os argumentos utilizados pelo presidente do TRF (Tribunal Regional Federal) --que afirmou que a manutenção da liminar, que impedia o Senado de pagar verbas como comissões e gratificações acima do teto, poderia lesar a "ordem pública". De acordo com o presidente do TRF, o corte nos salários, feito de forma abrupta, inviabilizaria o funcionamento dos serviços públicos do Senado. "Desde quando ganhar R$ 26,7 mil é ganhar pouco? O fato de o servidor receber um pouco menos que o teto inviabiliza o atendimento?", perguntou o procurador. "O que viola a ordem pública é o pagamento de salários acima do teto, viola o direito do contribuinte", disse. Para o procurador, a decisão do presidente do TRF não defende a ordem pública, e sim "a ordem privada". O procurador criticou ainda o argumento de "ingerência" do Poder Judiciário no Senado. "É outra falácia, porque todos os Poderes da República estão sujeitos ao controle de seus atos administrativos, pelo TCU e pelo próprio Poder Judiciário, por meio de um processo judicial, como foi feito." A Procuradoria ainda não foi intimada da decisão, mas terá cinco dias a partir da intimação para recorrer. O recurso será julgado no pleno do TRF e não abrangerá o mérito da questão, que ainda será decidido na primeira instância. FONTE: FOLHA.COM

Membro do Village People vai à justiça para retomar direitos de 'YMCA'

Um dos integrantes do grupo dos anos 70 Village People, Victor Willis, está lançando um processo pelos direitos autorais da música "YMCA".
Willis, que atualmente vive no País de Gales com a esposa, Karen, espera conseguir os direitos autorais de 33 músicas ao todo. As companhias que têm os direitos das músicas do Village People, a Can't Stop Productions e a Scorpio Music, alegam que Willis trabalhou nestas músicas como autor contratado pelas companhias. Mas Karen Willis, que é advogada, afirma que o marido espera ganhar a batalha judicial. O casal está atualmente na Califórnia para o processo de direitos autorais. "Meu marido, Victor, está tentando retomar os direitos de cerca de 33 músicas". disse Karen. "Entre elas estão aquelas que ele escreveu como o autor original para o Village People e, claro, "YMCA". Ele escreveu muitas músicas para Patrick Juvet, The Ritchie Family e outras bandas." CONFIANTES - Karen Willis afirma que Victor está "muito confiante" em relação ao processo. "Nos Estados Unidos existe algo maravilhoso chamado Lei dos Direitos Autorais, de 1976, que permite que os artistas reivindiquem os direitos de suas músicas 35 anos depois de seu lançamento", explicou a advogada. "'YMCA' foi gravada em 1978 e, em 2013, terão se passado 35 anos. Estamos ansiosos para conseguir os direitos autorais", acrescentou. Mas, para Stewart Levy, advogado das duas companhias, o Village People era apenas um grupo criado pelas gravadoras. "O Village People era um grupo conceito, criado pelos meus clientes, que escolheram as pessoas e as fantasias", disse Levy em uma entrevista ao jornal "The New York Times". "Nós contratamos este cara. Ele era um empregado, demos a ele o material e um estúdio para gravar e controlamos o que foi gravado, onde, em que horas e o que eles faziam." Mas Karen Willis contesta esta declaração. "Ele escreveu as músicas fora do grupo, em casa e em quartos de hotel", disse. O Village People foi formado em 1977 e tem músicas famosas como "Go West", "In The Navy" e "Can't Stop the Music". Seus seis integrantes se vestiam com fantasias como policial, marinheiro ou índio. Victor Willis inicialmente assumiu o papel de policial e, depois foi o oficial da marinha. FONTE: BBC BRASIL

Americana é condenada por maltratar filho para aparecer na TV

Uma americana foi condenada por maus-tratos após punir o filho adotivo russo de 7 anos com molho de pimenta e banhos gelados, em um caso que atraiu atenção internacional.
Jessica Beagley, 36, teria gravado as punições ao menino para aparecer em um quadro do programa de TV Doctor Phil intitulado "Confissões de Mãe", em que pais pedem ajuda para corrigir o comportamento dos filhos. Enquanto a promotoria alegou que tanto Beagley como o programa de TV são responsáveis pelos maus-tratos ao menino, a defesa disse que a mãe estava apenas disciplinando o filho, que teria problemas de comportamento causados por traumas anteriores à adoção. Beagley e o marido, um policial da cidade de Anchorage, no Alasca, também têm quatro filhos biológicos e são pais adotivos do menino russo e de seu irmão gêmeo. O casal não demonstrou nenhuma emoção ao ouvir a condenação. Jessica Beagley vai aguardar em liberdade a sentença, que será anunciada na segunda-feira. Ela pode ser condenada a até um ano de prisão, uma multa de até US$ 10 mil (R$ 16 mil) e até 10 anos de liberdade condicional. ZANGADA - De acordo com o canal local KTUU, a acusação no caso disse que Beagley teria procurado o programa para participar do quadro "Confissões de Mãe", mas não obteve resposta até um ano depois, quando os produtores perguntaram se ela ainda estava "zangada" com os filhos. Durante o julgamento, a promotoria disse que Beagley enviou para a produção de Doctor Phil vídeos que mostravam seus filhos sendo punidos, mas ouviu que eles não eram "fortes" o suficiente. No programa que acabou indo ao ar, Beagley aparece colocando molho de pimenta na boca do menino russo como punição por ele ter mentido. Em seguida, ela aparece colocando o filho adotivo debaixo de um chuveiro gelado por ter ficado de castigo na escola. REGRAS DE ADOÇÃO - Um telespectador denunciou Beagley às autoridades e o caso acabou chamando atenção na Rússia, onde muitas pessoas pediram a volta do menino e de seu irmão gêmeo. O caso veio à tona apenas quatro meses após Moscou suspender temporariamente a adoção de crianças russas por famílias dos Estados Unidos, depois que a americana Torry Hansen colocou seu filho adotivo de 7 anos sozinho em um voo de volta para a Rússia com um bilhete dizendo que não podia mais cuidar dele. A suspensão foi cancelada em junho, quando o presidente russo, Dmitri Medvedev, e o presidente americano, Barack Obama, concordaram em discutir juntos as regras dos processos de adoção. FONTE: BBC BRASIL

RADICAL: Deputado assaltado defende controle de natalidade de pobres

O deputado estadual de São Paulo Antonio Salim Curiati (PP), 83, que teve a casa assaltada na manhã desta terça-feira, criticou a política social do governo federal e defendeu o controle de natalidade da população pobre.

"A Dilma [Rousseff] vem falar do Bolsa Família. Aí você agracia a comunidade carente, e eles começam a ter filhos à vontade. É preciso controlar a paternidade", disse.

Curiati citou países onde o ladrão tem as mãos decepadas como punição, mas afirmou não apoiar a iniciativa. "Não sou tão radical assim." Membro da Comissão de Segurança Pública da Assembleia, pediu valorização dos policiais. "A segurança pública está um desastre", disse. FONTE: FOLHA.COM