quarta-feira, 7 de novembro de 2012

Microsoft confirma fim do Windows Live Messenger em 2013 e integração ao Skype


Janela do Skype com contatos do Messenger A Microsoft confirmou o fim do Windows Live Messenger e a integração do serviço de mensagens instantâneas ao Skype.

Usuários do Messenger já podem usar o Skype para trocar mensagens e fazer chamadas de vídeo com seus contatos. Para isso, basta instalar a última versão do Skype.



"Vamos trabalhar com vocês nos próximos meses para ajudá-lo na transição e oferecer informações", disse Tony Bates, presidente da divisão do Skype, em artigo no blog do serviço

"Vamos aposentar o Messenger em todos os países pelo mundo no primeiro trimestre de 2013 (com exceção da China continental, onde ele continuará disponível)".

Lançado em 1999, o principal programa de mensagens instantâneas da Microsoft era chamado de MSN Messenger. Em 2006, ele foi substituído pelo Windows Live Messenger.

O Skype, lançado em 2003, ganhou fama com recursos de videoconferência e telefonia via internet.

FORÇA NO SKYPE - A Microsoft, que comprou o Skype no ano passado por US$ 8,5 bilhões, tem trabalhado para integrar mais o serviço a seus produtos.

O "Verge" lembra que, nos últimos meses, a empresa tem usado a plataforma do Messenger para comunicações via Skype, além de oferecer a opção de conectar contas da Microsoft (como endereços do Hotmail) a nomes de usuário do Skype.

O Skype ainda terá um novo aplicativo para o Windows Phone 8, sistema operacional para celulares. 

O app funcionará de modo permanente, permitindo enviar e receber ligações e mensagens a qualquer hora.

A próxima geração do console de videogame Xbox, ainda sem nome divulgado, também deve ter integração ao Skype.

O Skype foi fundado em 2003 e tornou-se o serviço mais popular de chamadas telefônicas on-line em todo o mundo. Em setembro de 2005, a empresa foi adquirida pelo eBay. Quatro anos mais tarde, passou às mãos de um grupo de investidores liderados pela Silver Lake, que negociou a venda da empresa para a Microsoft. FONTE: FOLHA ONLINE

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