quarta-feira, 13 de junho de 2012

Série de atentados deixa quase 60 mortos no Iraque

Pelo menos 56 pessoas morreram e mais de 100 ficaram feridas nesta quarta-feira em uma série de atentados com carros-bomba em Bagdá e várias localidades ao sul e ao norte da capital iraquiana, informaram fontes policiais à Agência Efe.

Segundo as fontes, 11 veículos carregados com explosivos foram detonados em diferentes pontos do país no começo da manhã. Os atentados aconteceram próximos a grupos de peregrinos reunidos para um festival religioso marca o aniversário da morte do imã xiita Moussa al-Kadhim.

O atentado mais mortífero ocorreu na cidade de Al Hilla, 100 quilômetros ao sul de Bagdá, onde pelo menos 20 pessoas faleceram e 40 ficaram feridas.

Dentro da capital, houve ataques no bairro de Al Kazamiya, no norte, onde pelo menos sete pessoas morreram e 22 ficaram feridas; e na Praça de Oqba Ibn Nafea, no centro, que deixou seis mortos e 12 feridos.

Além disso, pelo menos nove pessoas morreram e outras 21 foram feridas pela explosão de outro carro-bomba perto de um centro comercial em uma estrada ao sul de Bagdá.

Também foram registradas explosões similares na cidade de Al Madaem, 30 quilômetros ao sul da capital; e no cruzamento de estradas de Al Nahrawan, ao sudeste de Bagdá, que deixaram cinco mortos e 22 feridos.

As fontes indicaram que em Al Balad, 80 quilômetros ao norte de Bagdá, a explosão de dois carros-bomba matou quatro pessoas e feriu outras 20.

Em Tikrit, 190 quilômetros ao norte da capital, um policial e dois civis ficaram feridos por duas explosões similares.

Além disso, as forças de segurança desativaram duas bombas colocadas em veículos, em operações que não causaram vítimas.

A violência segue em elevação no Iraque, cenário de atentados dirigidos principalmente contra alvos xiitas e as forças de segurança. Esses ataques se intensificaram desde a saída das tropas americanas, em 18 de dezembro.

A isso se soma a crise política desencadeada após a ordem de detenção contra o vice-presidente sunita, Tareq al-Hashemi, um dia depois do recuo americano. FONTE: EFE

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