sábado, 23 de julho de 2011

Cantora Amy Winehouse é encontrada morta em Londres

A cantora Amy Winehouse foi encontrada morta em sua casa, em Londres, neste sábado (23), segundo a polícia de Londres. A cantora tinha 27 anos e um histórico de envolvimento com álcool e uso de drogas.
A cantora se apresentou em turnê pelo Brasil em janeiro deste ano, com shows em Florianópolis, Rio de Janeiro, Recife e São Paulo. No mês passado, a cantora britânica abandou uma turnê pela Europa após ter sido vaiada durante show na Sérvia por aparentemente estar bêbada demais durante a performance. Durante 90 minutos, Amy balbuciou partes de suas canções e deixou o palco várias vezes, enquanto a banda continuava o show. A cantora vinha enfrentando uma longa batalha contra as drogas e o álcool que vinham ofuscando sua carreira nos últimos anos. Um porta-voz da Polícia Metropolitana de Londres confirmou que a cantora de 27 anos foi encontrada morta na sua casa no bairro de Camden e que o motivo da morte ainda não foi esclarecido. Uma ambulância do Serviço de Emergência foi chamada, mas segundo a polícia, já teria encontrado a cantora morta. Winehouse foi aclamada pela crítica já aos 20 anos, com o lançamento de seu primeiro álbum, "Frank". Em 2006, o lançamento de "Black to Black" consagrou a cantora. O disco foi vencedor de cinco prêmios Grammy. FONTE: G1

Homem sobe de moto rampa do Planalto e é detido

Um homem de 32 anos tentou invadir no fim da tarde desta sexta-feira o Palácio do Planalto a bordo de uma motocicleta. Jandilson Pereira Gaudênio subiu de moto a rampa que dá acesso ao Planalto. A poucos metros de atingir a vidraça do palácio, o invasor jogou a moto no espelho d'água que fica em frente ao palácio.
Jandilson passou então a correr em direção à porta. Foi agarrado pelos seguranças da Presidência. De acordo com a assessoria de imprensa do Palácio do Planalto, o homem nasceu em Campina Grande (PB) e disse que está desempregado. Ele teria passagem pelo presídio da Papuda, no Distrito Federal (DF). Após ser detido, ele foi levado para a Polícia Federal, em Brasília. FONTE: AGÊNCIA ESTADO

População asiática no Brasil cresce 173%

O Brasil viveu, na última década, uma explosão da população de origem asiática, explicada em grande parte pelo retorno de brasileiros que moravam no Japão e pela chegada de imigrantes vindos principalmente da China. Dados do Censo 2010 apontam 2,084 milhões de residentes no País que se declararam de cor ou raça amarela - um aumento de 1,322 milhão de habitantes em relação ao ano 2000, equivalente ao município de Guarulhos. Em dez anos, os "amarelos" cresceram 173,7%. Embora a proporção ainda seja muito pequena, os orientais e seus descendentes passaram de 0,45% para 1,09% da população.

No novo desenho da distribuição dos asiáticos, o Nordeste, e não mais o Sudeste, apresentou a maior proporção de população amarela, embora em números absolutos a concentração continue no Sudeste. São Paulo, que tem a maior comunidade japonesa do País, deixou de ser o Estado com maior porcentual de asiáticos e descendentes e caiu para sétimo lugar, apesar de ter tido aumento no número absoluto.

A atração pelo Nordeste pode ser explicada pelo aquecimento econômico, com investimentos em infraestrutura e serviços e aumento da demanda por mão de obra. Na população nordestina, o número de amarelos subiu quase dez vezes: passou de 67 mil em 2000 para 631 mil em 2010. O Piauí passou a ser o Estado com maior proporção de asiáticos, com 2,3% da população total. Em Fortaleza, o aumento também foi impressionante, de 3,5 mil para 33 mil.

Embora detalhes do Censo 2010 sobre nacionalidade ainda não estejam disponíveis, alguns números oficiais dão pistas para o aumento da população amarela. Segundo o Ministério da Justiça, o número de chineses legalmente residentes no Brasil aumentou 25% entre 2009 e 2010, passando de 28,5 mil para 35,2 mil. O Censo 2000 registrou a presença de 15 mil chineses. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. FONTE: AGÊNCIA ESTADO

Brasil mantém liderança no número de medalhas dos Jogos Militares

O Brasil mantém a liderança no quadro total de medalhas dos 5º Jogos Mundiais Militares, mas a China está à frente no número de ouros conquistados até agora. Na manhã de hoje (23), Ana Silva venceu nos 200 metros feminino e da equipe masculina, no revezamento 4 por 100. Com isso, o Brasil com 30 medalhas de ouro, três a menos do que a China, com 34, mas 18 a mais que a Itália, terceira colocada. Os atletas brasileiras também conquistaram 26 medalhas de prata e 28 de bronze, totalizando 83 medalhas, contra 81 da China.
Os dois países se enfrentam hoje nas finais masculina e feminina do vôlei, que será disputada em rodada dupla a partir das 17h, no ginásio do Maracanãzinho. As semifinais do vôlei masculino foram disputadas na noite de ontem (22). A China derrotou a Coréia do Sul por 3 sets a 1 (parciais de 19/25, 25/20, 25/17 e 25,15) e o Brasil venceu o Irã também por 3 sets a 1 (parciais de 22/25, 25/20, 25/17 e 25/14). FONTE: AGÊNCIA BRASIL

Homem mais procurado da China volta ao país após 12 anos

O empresário Lai Changxing, foragido da China há 12 anos e considerado o fugitivo mais procurado pelo regime comunista, chegou neste sábado a Pequim depois que a Justiça do Canadá autorizou sua extradição, pondo fim a um longo conflito diplomático entre os dois países.
Lai, de 53 anos, envolvido na maior operação de contrabando da história da República Popular China, chegou ao aeroporto da capital, onde a polícia leu seus direitos e levou-o preso, informou a agência de notícias oficial Xinhua. Em comunicado publicado neste sábado, o Ministério da Segurança Pública da China assinala que a prisão de Lai, após tantos anos de fuga, "mostra que, no fim das contas, o suspeito de um crime não pode evitar a punição, não importa para onde fuja". O caso se prolongou durante mais de uma década devido à reticência da Justiça canadense a deportar Lai à China, já que o sistema legal do país norte-americano proíbe a extradição para países onde se aplica a pena de morte. A China é o país onde mais se usa a pena de morte no mundo. Embora o governo chinês não divulgue números oficiais, diversas fontes humanitárias estimam que o regime execute entre 3.000 e 10 mil pessoas por ano. As autoridades chinesas indicaram às canadenses que Lai provavelmente não será condenado à pena capital. A agência de notícias Xinhua, citando juristas, informa neste sábado que, se considerado culpado por contrabando, o réu será condenado à prisão perpétua. Lai fugiu ao Canadá com sua família em 1999, após ser acusado de liderar uma rede de contrabando em Xiamen, na província chinesa de Fujian. O caso provocou tensões nas relações entre China e Canadá, país que costuma extraditar estrangeiros acusados de crimes em suas nações de origem. Também foi motivo de divergências internas entre o Governo canadense, favorável à extradição, e o sistema judiciário, que durante anos se opôs a ela com base nos direitos humanos e chegou a considerar a possibilidade de oferecer ao suspeito o status de refugiado. A tentativa de Lai permanecer no Canadá começou neste mês a dar sinais de que seria frustrada, quando as autoridades de imigração canadenses, durante anos contrárias à extradição, admitiram em relatório que o fugitivo não seria torturado ou executado se voltasse à China. FONTE: EFE

Este quadro vale 3 milhões de reais?

Gostou do quadro? Quer levar para casa? Pois bem, prepare o coração e o bolso. Abstrato, o óleo sobre tela pintado por Antônio Bandeira em 1964, será leiloado na terça-feira no Rio de Janeiro. Não será um leilão qualquer. O quadro de 108 x 145 cm tem o seu preço mínimo fixado em 3 milhões de reais.
Em dezembro, outro óleo de Bandeira foi arrematado por 3,5 milhões de reais. Bateu-se, na ocasião, o recorde no mercado brasileiro de artes plásticas. Mas Sol Sobre Paisagem era um tríptico (ou seja, três telas reunidas). Agora, a aposta na força de Bandeira subiu mais um patamar. Será que o mercado brasileiro tem bala para tanto? FONTE: RADAR ONLINE

Andrew Garfield diz que 'Homem-Aranha' salvou sua vida

Atração esperada da convenção de cultura pop Comic-Con, em San Diego, a apresentação de "O Incrível Homem-Aranha" teve início com o novo Peter Parker, o ator britânico Andrew Garfield, vestido como o personagem e fingindo ser um fã, surpreendendo o público do evento.
"O Homem-Aranha salvou minha vida. Sempre fui fã do personagem e concordo que a popularidade dele tem a ver com o fato de ele parecer com nós todos", disse. "Me vestia de Homem-Aranha no Halloween, minha primeira fantasia do super-herói foi aos dois anos de idade", revelou. O ator também contou que, após fechar contrato, passou os quatro meses que antecederam as gravações do novo filme do super-herói 'surtando'. "Durante muito tempo fiquei aceitando essa decisão de ter topado fazer o personagem, fiquei muito assustado." Já Emma Stone, a Gwen Steacy do filme, contou que teve apenas três semanas entre acertar o papel e começar a gravar, período que passou lendo sobre Gwen, Homem-Aranha e universo Marvel. Ela também revelou que fez uma Gwen Steacy a seu modo, com sua interpretação da personagem. Sobre o fato de ser 'a garota da vez' de Hollywood, a atriz disse que está tentando estar agora o mais presente possível. "Hoje estou na Comic-Con apresentando 'Homem-Aranha' e isso é o máximo". Revistas e sites de celebridades têm apontado Emma e Garfield, que terminou um namoro em maio, como um novo casal na vida real. O diretor Marc Webb, também presente na Comic-Con, disse que o filme não é sombrio, e sim algo mais próximo da vida real, com 'bastante humor'. "Quis aproximar a trama daquilo que vivemos." Nos trechos exibidos na Comic-Con, Parker é sacaneado na escola para depois se vingar, marca um encontro com Gwen Steacy e ganha finalmente os óculos que seus pais deixaram para ele. Outro trecho mostra o vilão do filme, Dr. Curt Connors (Rhys Ifans), transformando-se no monstro Lagarto. "O Incrível Homem-Aranha" estreia em julho de 2012 no Brasil. FONTE: UOL

Canadá doa US$ 50 milhões para ajudar vítimas da fome na África

O governo canadense disse nesta sexta-feira que aumentará sua contribuição financeira para ajudar as vítimas da crise de fome da Somália com cerca de US$ 50 milhões que serão somadas aos mais de US$ 22 milhões já doados este ano para a região.
O Canadá disse que o Programa Mundial de Alimentos receberá US$ 25 milhões. Os outros US$ 25 milhões irão para outras agências da ONU e ONGs que operam na região proporcionando alimentação, água e outros tipos de ajuda. Nesta sexta-feira, a Unicef disse que 780 mil crianças morrerão de fome na Somália se não receberem ajuda urgente e que, se for somada a situação do Quênia e da Etiópia, a desnutrição severa afeta 2,3 milhões de pessoas. O anúncio da contribuição aconteceu no final de uma visita que a ministra de Cooperação Internacional canadense, Bev Oda, realizou a um campo de refugiados na localidade queniana de Dadaab. "Hoje vi uma verdadeira crise humanitária em Dadaab. As histórias de como as mulheres e crianças lutam para chegar ao campo são incríveis", afirmou Oda através de um comunicado. "Sua perseverança e coragem devem ser igualadas por nosso desejo de ajudar", acrescentou a ministra canadense. O Canadá disse que criou um fundo de ajuda para a seca da África Oriental e que por cada dólar que indivíduos canadenses doem a organizações humanitárias que operam na região, o governo canadense contribuirá com a mesma quantidade para o fundo. FONTE: EFE

Insegurança no ar

Na última década, saltou de um milhão para seis milhões o número de passageiros que recorrem a aviões de companhias aéreas regionais para se deslocar pelo interior do país. São, em sua maioria, empresários, profissionais liberais, comerciantes e fazendeiros que, vivendo ou trabalhando em cidades médias – onde não atuam as empresas aéreas de maior porte –, precisam voar constantemente para grandes centros regionais. Só nos últimos cinco anos, essas empresas passaram a pousar em quarenta novos destinos, acompanhando a expansão do agronegócio e a exploração do petróleo. Atualmente, onze companhias regionais operam em mais de 140 municípios. Juntas, têm uma frota de 145 aeronaves e empregam 6.514 funcionários – sendo cerca de 1.000 pilotos. A expansão do setor, impulsionada pela estabilidade econômica, é a boa notícia. A má é que essas empresas, nem sempre, primam pela manutenção de seus aviões.
Os acidentes com aeronaves regionais representam a maior fatia entre os 49 que ocorreram nos últimos dez anos com aviões de transporte de passageiros, de táxi aéreo e de cargas, de acordo com levantamento da Flight Safety Foundation – fundação sustentada pelas companhias aéreas americanas que coleta dados sobre segurança aérea em todo o mundo. No Brasil, de 2001 até a semana passada, foram doze acidentes com aviões de companhias regionais – em onze deles, as aeronaves foram completamente destruídas, matando 93 pessoas. O episódio mais recente, a queda do bimotor Let 410 da Noar Linhas Aéreas, em Recife (PE), causou a morte de dezesseis pessoas no último dia 13. Para efeito de comparação, nos Estados Unidos foram registrados no mesmo período vinte acidentes. Em 2009, quando só houve uma queda, a frota regional americana somava 2.485 aviões e transportava 160 milhões de passageiros por ano. As circunstâncias da queda do avião da Noar acenderam um alerta sobre as condições de segurança das empresas regionais de menor porte. Especialistas afirmam que essas companhias nem sempre fazem a manutenção adequada em suas frotas. Para Ivan Sant’anna, autor de dois livros sobre acidentes aéreos, é difícil para empresas com frota reduzida manterem a manutenção em dia. A lógica, segundo ele, é econômica. "Se vocêm apenas dois aviões e um fica no solo para manutenção, o faturamento cai pela metade", diz. Entre os doze acidentes com regionais registrados, seis tiveram relatórios concluídos pelo Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa). Destes, só não foram encontrados problemas de manutenção em um episódio, que não deixou vítimas, ocasionado por uma falha do piloto ao pousar na pista molhada do Aeroporto de Congonhas, em São Paulo, em 2007. No caso da Noar, agora investigado pela Polícia Federal (PF), a principal suspeita é de falha em um dos motores. O piloto alertou a torre sobre o problema menos de um minuto após a decolagem e testemunhas notaram que, enquanto o comandante tentava fazer um pouso forçado na praia de Boa Viagem, um dos motores não estava funcionando. A aeronave pendia sobre a asa direita. O piloto quase conseguiu evitar o acidente, mas o avião acabou se espatifando em um terreno baldio. Todos os ocupantes morreram na hora. "Ele teve pouquíssimo tempo para reagir", observou Sant’anna. De acordo com os dados da Flight Safety Foundation, os 95 aviões do mesmo modelo da aeronave da Noar já acidentados eram, em sua maioria, operados por companhias pequenas em áreas de segurança precária na Rússia, África e América Latina. Negligência - A revelação, feita pelo Fantástico, da TV Globo, da existência de um caderno paralelo ao diário de bordo do segundo avião da Noar reforça os indícios de negligência. No caderno, chamado de "revista interna" pela empresa, havia anotações da tripulação sobre falhas nos motores e defeitos no painel de comando no período entre 3 de novembro e 9 de julho. Pela legislação aeronáutica, tudo o que ocorre com a aeronave deve ser registrado no livro de bordo, que é o documento oficial a ser consultado por uma fiscalização da Anac. A irregularidade gerou a suspensão da licença da empresa depois que o caderno paralelo foi entregue para a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). O piloto Rivaldo Cardoso, que depois acabou morrendo no acidente no Recife, chegou a enumerar cinco problemas em 18 de dezembro. Ele citou superaquecimento do motor, que só permitia decolagem com 60% da potência. Cardoso pediu providências. Na última anotação, em 9 de julho, um piloto escreveu: “Urgente, atenção: um copiloto que voava como passageiro observou que a porta do trem de pouso esquerdo, que já se encontrava amassada, aparentava que ia se soltar em voo, inclusive dobrando para cima pela ação do vento”. Se chegasse a acontecer, um dos motores ou os dutos de combustível poderiam ser atingidos, causando um grave acidente. De acordo com o delegado da Polícia Civil Guilherme Mesquita, que deu início às investigações, tudo indica que a Noar não cumpria as determinações da Anac. "As informações paralelas não eram transferidas para o livro de bordo. Parece uma prática sistemática". Ou seja, as queixas ficavam restritas à empresa e não passavam pelo crivo dos fiscais da Anac – que poderiam ordenar que o avião ficasse em solo até tudo estar em ordem. Procurada, a Noar informou que o caderno foi furtado, que sua documentação estava em dia e que só vai se pronunciar sobre o caso após a Anac se manifestar oficialmente. A responsável pela manutenção no Brasil dos modelos Let 410, de fabricação checa, é a Team, outra regional de pequeno porte que opera voos entre o Rio e Macaé, no norte fluminense. Em 31 de março de 2006, um Let da Team atingiu um morro no município fluminense de Rio Bonito, matando 17 pessoas. O relatório do Cenipa sobre o acidenet apontou que "os serviços de manutenção não eram adequados". A razão do acidente teria sido o descuido dos pilotos, que voavam a baixa altitude e sem visibilidade. "A cultura organizacional da empresa mostrou-se complacente por não inibir a adoção de procedimentos incompatíveis com a segurança de voo,como os voos à baixa altura realizados pelo comandante-instrutor", cita a conclusão do relatório. A Team pertence ao coronel da reserva da FAB Mário César Soares Moreira, que é muito bem relacionado dentro da Anac. Carlos Pellegrino, presidente da agência, foi diretor de qualidade e treinamento da Team entre 2007 e 2008. Já David da Costa Faria Neto, superintendente de Segurança Operacional da Anac, foi diretor de manutenção da regional. Procurada, a Team não se manifestou. Fiscalização - Problemas de manutenção não deveriam ser tão persistentes no Brasil. A Anac informa que existem 11.425 mecânicos credenciados no país. Destes, quase mil atuam nas regionais. Um número razoável, mas que, quando confrontado com a estatística, se mostra ineficiente. Para pilotos consultados pelo site de VEJA, o problema está na fiscalização: falta experiência para muitos checadores da Anac. As regionais, apesar do crescimento, perdem das grandes companhias em faturamento. Não poderia ser diferente. Algumas apenas aguardam um lugar entre as grandes assim que alguém sair do páreo. Foi o que ocorreu no passado com a TAM, que assumiu a liderança que já foi da Varig. Um bom exemplo é a Trip, que voa para 78 cidades, tem uma frota de 44 turboélices modernos e 400 mecânicos em seu quadro. O único acidente da Trip foi uma derrapagem em um pouso no Pará, em fevereiro deste ano. Ninguém morreu. "Voamos acompanhando o crescimento do Brasil”, diz Apostole Crissafidis, presidente da Associação Brasileira das Empresas de Transporte Aéreo Regional (Abetar). Crissafidis entende que a fiscalização deve ser a mais rigorosa possível e defende os aviões que voam pelo interior. "Descemos em pistas curtas, com aviões que respondem melhor que os jatos. Fazemos o que os outros não fazem", diz. FONTE: VEJA ONLINE